My Hero Academia: Vigilantes – Tudo Sobre o Novo Anime da Franquia

My Hero Academia: Vigilantes

A série My Hero Academia: Vigilantes estreia como um spin‑off e prequela do anime principal, oferecendo uma perspectiva inédita. Em primeiro lugar, ela ocorre antes dos eventos de Izuku Midoriya na UA. Além disso, foca em heróis não oficiais, atuantes nas ruas. Em termos gerais, ela complementa o universo de My Hero Academia de forma única e envolvente.

Foi oficialmente anunciada no Jump Festa ’25, em 22 de dezembro de 2024, durante o painel dedicado à franquia. Lá, os fãs receberam confirmação do projeto lançado pelo estúdio Bones Film, com data e primeiros visuais divulgados. Em seguida, veio o primeiro trailer, gerando grande expectativa imediatamente. Portanto, esse anúncio marcou o início da contagem regressiva para a estreia oficial.

Finalmente, a série estreou em 7 de abril de 2025, sendo transmitida exclusivamente pela Crunchyroll para várias regiões, com 13 episódios distribuídos até 30 de junho de 2025. Além disso, teve lançamento simultâneo no Japão e no ocidente, em streaming semanal. Assim, ela já se consolidou como um lançamento significativo dentro do cronograma de anime de 2025.

Produção & Equipe Criativa

O anime My Hero Academia: Vigilantes é produzido pelo estúdio Bones Film, uma subsidiária recém-criada da Bones Inc. que assumiu as produções do universo MHA a partir de 2025. Além disso, o estúdio já conta com infraestrutura experiente. Assim, a qualidade visual permanece consistente com o padrão da franquia.

Além disso, a direção está sob o comando de Ken’ichi Suzuki, conhecido por seu trabalho em JoJo’s Bizarre Adventure e Cells at Work!. Além disso, ele imprime um tom maduro e fluido à narrativa.

Quanto ao roteiro, Yōsuke Kuroda assume a composição da série e os scripts. Logo, o texto mantém ritmo dinâmico, coerente com o universo MHA.

Em seguida, o desenho de personagens fica a cargo de Takahiko Yoshida, colaborador recorrente em obras de ação. Assim, os traços conferem expressividade e energia aos heróis.

A trilha sonora também se destaca. Afinal, foi composta por Yuki Hayashi, Shōgo Yamashiro e Yūki Furuhashi, equipe que já trabalhou em Haikyuu! e Death Parade. Portanto, a música reforça emoção e tensão nos momentos certos.

Além disso, o anime traz faixas marcantes. A abertura “Kekka Orai”, interpretada por Kocchi no Kento, empolga com batidas vibrantes. Em seguida, a canção de encerramento “Speed”, por yutori, fecha cada episódio com energia emocionante.

Linha do tempo e Setting

My Hero Academia: Vigilantes

A história de My Hero Academia: Vigilantes se passa cinco anos antes de Izuku Midoriya entrar na UA, justamente no fim da era de ouro dos Pro Heroes. Assim, o mundo ainda vive sob o auge de All Might, que segue em atividade, porém já lidando com os efeitos de sua lesão. Além disso, figuras como Eraser Head, Mirko, Present Mic e outros já atuam, mas ainda não ocupam seus papéis futuros de professores ou heróis de elite.

Além disso, o enredo explora profundamente o universo dos heróis não oficiais, conhecidos como vigilantes. Em vez de seguir regras e licenças, eles atuam à margem do sistema institucional, enfrentando criminosos nas ruas de forma ilegal, porém com fortes motivações morais. Em seguida, conhecemos o cotidiano de Koichi Haimawari, Pop ☆Step e Knuckleduster, que patrulham bairros de Naruhata, lidando com ameaças reais como drogas perigosas (Trigger) e violência urbana.

Portanto, o cenário se apresenta com uma abordagem mais sombria e realista, oferecendo um contraste gritante ao tom mais otimista e institucional de MHA. Assim, os fãs entendem melhor como o sistema heróico falha em amparar aqueles que não se encaixam nas regras, levando a uma visão mais humana e crua da justiça.

Sinopse Geral

My Hero Academia: Vigilantes

My Hero Academia: Vigilantes acompanha a trajetória de Koichi Haimawari, um jovem universitário que usa a Quirk Slide and Glide para ajudar pessoas de forma informal. Assim, ele atua sem licença oficial, mas com grande senso de justiça. Em seguida, em uma noite comum, ele e a cantora de rua Kazuho Haneyama, conhecida como Pop ☆Step, são surpreendidos por criminosos. Felizmente, eles são salvos pelo durão Knuckleduster, um vigilante experiente e sem Quirk que combate o crime no submundo urbano.

Logo depois, Knuckleduster recruta Koichi para formar uma equipe improvisada. Dessa forma, surge um trio pouco convencional: Koichi (The Crawler), Pop ☆Step, e Knuckleduster. Além disso, eles resolvem atuar em Naruhata, bairro atormentado por pequenos crimes e pelo uso da droga Trigger, que amplifica Quirks de maneira perigosa.

Portanto, o trio enfrenta desafios reais no combate a usuários de Trigger e violência urbana. Assim, a narrativa explora um lado mais cru e sombrio do mundo de MHA. Em seguida, Koichi começa a melhorar sua Quirk e crescer como vigilante, descobrindo que ser herói envolve muito mais do que sorte — exige coragem, estratégia e responsabilidade.

Personagens Principais

Koichi Haimawari (The Crawler)

Koichi Haimawari (The Crawler)

Koichi é o protagonista que usa a Quirk Slide and Glide para se locomover com agilidade. Em seguida, ele ajuda pessoas informalmente. Então, um encontro com os vilões locais leva à sua entrada no mundo dos vigilantes. Além disso, ele adota o nome de herói The Crawler e treina sob a tutela de Knuckleduster. Ele mantém forte sensação de justiça e usa coragem, não poder, para proteger outros.

Kazuho Haneyama (Pop☆Step)

Kazuho Haneyama (Pop☆Step)

Kazuho, também chamada Pop☆Step, é uma idol underground que usa a Quirk Leaping para saltar e performar em exibições nas ruas. Além disso, ela usa suas redes sociais para expor crimes e mobilizar apoio. Em seguida, após ser salva por Koichi e Knuckleduster, ela se torna mentora tática e emocional para a equipe. Ela demonstra grande inteligência, e seus sentimentos por Koichi adicionam tensão emocional à história.

Iwao Oguro (Knuckleduster)

Iwao Oguro (Knuckleduster)

Iwao Oguro, o endurecido Knuckleduster, é um ex-herói profissional que perdeu seu Quirk, mas mantém força física brutal. Além disso, ele treina Koichi em combate corpo a corpo e lidera o trio de vigilantes em Naruhata. Ainda que violento, ele revela grande dedução e compaixão. Em seguida, ele se mostra um mentor exigente, inspirando Koichi a crescer sem depender de poderes.

Shota Aizawa (Eraser Head) & Naomasa Tsukauchi

Shota Aizawa (Eraser Head)

Shota Aizawa, o herói profissional Eraser Head e professor da UA, aparece investigando o surgimento dos vigilantes e o uso da droga Trigger. Entretanto, ele mostra respeito por Koichi, reconhecendo seu potencial, mesmo atuando fora da lei.
Além disso, o detetive Naomasa Tsukauchi colabora com Aizawa. Ele investiga formalmente o tráfico de Trigger, representando a lei institucional e contrastando com os atos ilegais dos vigilantes.

Essa equipe reúne diferentes abordagens ao heroísmo: desde o idealismo de Koichi, a presença midiática de Pop☆Step, a disciplina e realismo implacável de Knuckleduster, até a supervisão regulada por Aizawa e Tsukauchi. Juntos, eles oferecem uma perspectiva multifacetada e envolvente do que significa agir pelos outros sem poder ou licença oficial.

Antagonistas e Ameaças

Kuin Hachisuka (Queen Bee)

Kuin Hachisuka (Queen Bee)

Em primeiro lugar, a grande vilã revelada no anime é Kuin Hachisuka, que usa a Quirk Queen Bee para invocar um enxame de abelhas tóxicas. Logo, ela espalha essas abelhas com toxinas carregadas da droga Trigger, infectando inocentes e criando caos nas ruas. Além disso, essas abelhas agem como seringas móveis, introduzindo a substância diretamente nos alvos, o que transforma pessoas comuns em Instant Villains de forma rápida.

Usuários de Trigger

Além disso, vários bandidos de rua recorrem à droga Trigger para amplificar seus Quirks. Quando isso ocorre, eles ganham poderes temporários, porém se tornam totalmente instáveis e violentos. Em seguida, esses indivíduos descontrolados atacam civis, exigindo a intervenção dos vigilantes e heróis profissionais.

Vilões de Rua e Gangues

Também existe um cenário de violência urbana protagonizado por gangues e criminosos comuns, antes mesmo de entrarem no esquema de Trigger. Em seguida, Koichi, Pop☆Step e Knuckleduster enfrentam esses infratores de forma contínua, desde o início da série. Além disso, esse ambiente hostil ressalta a falha das instituições frente ao crescimento dessas ameaças.

Em resumo, o perigo em Vigilantes surge de três frentes principais: primeiro, a manipulação letal de Kuin com seu enxame; segundo, os efeitos imprevisíveis do Trigger; e por último, o submundo violento das gangues de rua. Portanto, a narrativa investe em um tom mais sombrio e urgente, que desafia os protagonistas a enfrentar forças fora do controle oficial.

Arcos Adaptados no Anime

My Hero Academia: Vigilantes

Arco de Início (capítulos 1–9)

A primeira parte adapta o Arco de Início, cobrindo os capítulos 1 a 9 do mangá. Logo, mostra a origem dos vigilantes, apresentando Koichi, Pop☆Step e Knuckleduster como equipe. Em seguida, vemos Koichi assumir o nome de herói The Crawler. Além disso, o trio começa a patrulhar Naruhata, enfrentando criminosos comuns e se firmando como força não oficial.

Adaptação da 1ª Temporada (30–40 capítulos)

Ainda que a temporada tenha apenas 13 episódios, ela consegue adaptar cerca de 30–40 capítulos do mangá. Por exemplo, o arco inicial e o Stendhal Arc (capítulos 9.5–11) já foram integrados. Em seguida, o anime avança rapidamente para o Vs. Queen Bee Arc, mantendo ritmo intenso de ação. Essa escolha garante que a narrativa flua de maneira concisa e envolvente.

Episódio Especial com RB Silva

Além disso, o episódio 7 traz um destaque especial: a participação do artista RB Silva, ícone da Marvel. Assim, o anime insere um momento criativo na forma de flashbacks ilustrados no estilo dos quadrinhos ocidentais. Em seguida, o episódio aprofunda a origem dos vigilantes nos EUA, sob a narração de Makoto Tsukauchi, irmã do detetive Tsukauchi. Essa fusão visual entre quadrinhos americanos e animação japonesa marca um crossover cultural memorável.

Por fim, esse episódio unifica estética e narrativa, destacando o tom global da série e ampliando o apelo para fãs de diferentes universos heróicos.

Recepção & Impacto

My Hero Academia Vigilantes

A estreia de My Hero Academia: Vigilantes gerou expectativa positiva, especialmente por apresentar um olhar mais sombrio e realista ao universo MHA. Em primeiro lugar, o tom urbano e visceral se afastou do heroísmo institucional, criando uma narrativa mais próxima da realidade. Além disso, esse contraste com a série principal conquistou fãs em todo o mundo.

Em seguida, a repercussão internacional subiu ainda mais quando o episódio especial com RB Silva estreou. Logo depois, críticas apontaram que o cruzamento visual entre Marvel e anime atraiu público ocidental. Por exemplo, muitos destacaram como o estilo de quadrinhos americano deu nova cara à animação, ampliando seu alcance.

Além disso, sites de entretenimento atribuíram ao crossover o mérito de inovar no meio, e canais de fãs elogiaram a coragem narrativa. Com isso, a série ganhou destaque fora do nicho anime e alcançou maior visibilidade na mídia geral.

Por fim, logo após o episódio 13, o estúdio Bones Film e a Crunchyroll confirmaram a segunda temporada para 2026. Assim, a renovação reforça que Vigilantes conquistou confiança, se consolidando como série relevante dentro da franquia.

Em resumo, o spin‑off não só agradou pela abordagem diferenciada, como também mostrou ser capaz de se sustentar por mérito próprio. Por isso, ele promete trazer mais profundidade e ação nas próximas temporadas – e já captou a atenção de uma nova geração de fãs.

Conclusão

My Hero Academia: Vigilantes se destaca por apresentar um diferencial marcante dentro da franquia. Em vez do tradicional ambiente escolar e institucional, ele aposta em um tom mais urbano, bruto e realista. Além disso, os protagonistas são figuras mais humanas, que lutam fora do sistema com garra, criatividade e senso de justiça. Isso torna a história mais próxima do público e emocionalmente impactante.

Ao longo de seus 13 episódios, o anime mostrou como o heroísmo pode surgir das margens, onde não há reconhecimento oficial, mas há coragem de sobra. Portanto, vale muito a pena assistir para entender as origens dos vigilantes não oficiais e mergulhar em um universo paralelo cheio de ação e significado.

E você, já assistiu Vigilantes? O que achou dessa abordagem mais sombria do mundo de MHA?
Compartilhe sua opinião nos comentários mais abaixo! Vamos conversar sobre os melhores momentos, teorias para a próxima temporada e os personagens que mais te marcaram.

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